O principal sítio de fratura por estresse na criança é o(a)
- tíbia.
- patela.
- navicular.
- colo do fêmur.
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Conceito-chave
As fraturas por estresse na criança são menos comuns que no adulto, mas aparecem com o aumento do esporte de alto rendimento em idades cada vez menores.
O principal sítio: a tíbia, sobretudo a metáfise proximal e a diáfise. Em seguida vêm a fíbula e os metatarsos.
O quadro: dor que piora com a atividade e melhora com o repouso, às vezes inchaço local; a criança pode mancar sem lembrar de trauma.
A armadilha: na radiografia, a reação periosteal e a esclerose da fratura por estresse podem imitar um tumor (osteossarcoma, osteoma osteoide) ou uma infecção. A RM e a história de atividade repetitiva ajudam a diferenciar; em dúvida, acompanhar a evolução.
O tratamento: repouso relativo da atividade (às vezes com bota ou gesso) por 4 a 8 semanas; quase sempre consolida.
Os outros sítios (patela, navicular, colo do fêmur) são raros na criança.
Na prova: o principal sítio de fratura por estresse na criança é a tíbia.
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