Para balancear a reação inflamatória sistêmica ao trauma e evitar que ela se torne muito destrutiva:
- Os linfócitos liberam IL-6, IL-8 e IL-12.
- Os linfócitos liberam IL-4, IL-10 e IL-13.
- Os monócitos liberam IL-6, IL-8 e IL-12.
- Os monócitos liberam IL-4, IL-10 e IL-13.
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Conceito-chave
O trauma desencadeia duas respostas inflamatórias que precisam ficar em equilíbrio:
resposta pró-inflamatória (SIRS): citocinas como IL-1, IL-6, IL-8, IL-12 e TNF, que ativam as defesas, mas em excesso causam lesão de órgãos (pulmão, rim), a síndrome da angústia respiratória e a falência de múltiplos órgãos;
resposta anti-inflamatória compensatória (CARS): citocinas que freiam a inflamação para que ela não se torne destrutiva: IL-4, IL-10 e IL-13, além do TGF-beta.
Quem libera: a banca considerou os monócitos (e os macrófagos derivados deles) como a fonte dessas citocinas anti-inflamatórias que balanceiam a resposta.
O risco do desequilíbrio: uma CARS excessiva deixa o paciente imunossuprimido, com mais infecções; uma SIRS excessiva leva à falência orgânica.
A implicação ortopédica: o controle de danos (fixador externo em vez de cirurgias longas) evita um "segundo impacto" (second hit) que desequilibra essa resposta no paciente grave. A IL-6 é o melhor marcador da gravidade da SIRS.
Na prova: para balancear a reação inflamatória, os monócitos liberam IL-4, IL-10 e IL-13.
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