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Questão de Fratura do anel pélvico (TEOT 2025)

Trauma adultoFratura do anel pélvicoTEOT 2025

Na fratura do anel pélvico, a lesão geniturinária ocorre mais comumente em:

  1. Homens e a lesão mais comum é intraperitoneal.
  2. Homens e a lesão mais comum é extraperitoneal.
  3. Mulheres e a lesão mais comum é intraperitoneal.
  4. Mulheres e a lesão mais comum é extraperitoneal.
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Gabarito: B · Homens e a lesão mais comum é extraperitoneal.

Conceito-chave

A combinação escolhida é homens e ruptura extraperitoneal, alternativa B. Ela reúne duas informações relacionadas, mas distintas: a maior vulnerabilidade da uretra masculina e o tipo mais comum de ruptura da bexiga.

O resumo descreve lesões de bexiga e uretra em 6% a 15% das fraturas do anel, conforme a gravidade. No homem, a uretra posterior sofre sobretudo por cisalhamento; a uretra feminina é curta e protegida pela relação com a vagina. Nas rupturas vesicais, a extraperitoneal representa cerca de 60%, a intraperitoneal 30% e as combinadas 10% (Rockwood, 10ª ed., cap. 50, “Lesões urológicas”).

Extraperitoneal não descreve uma região da uretra. É a ruptura vesical que comunica a urina com a área da fratura anterior. A intraperitoneal costuma envolver o teto da bexiga distendida e exige reparo urgente. Entender qual estrutura cada termo classifica evita decorar um par sem sentido anatômico.

A investigação também é sequencial. Na suspeita de lesão uretral masculina, a uretrografia retrógrada avalia a uretra antes da sondagem vesical; com uretra íntegra, a cistografia estuda a bexiga. Se houver fixação interna anterior e ruptura extraperitoneal, o reparo conjunto ajuda a evitar urina no campo do implante.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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