Na fratura do anel pélvico, a lesão geniturinária ocorre mais comumente em:
- Homens e a lesão mais comum é intraperitoneal.
- Homens e a lesão mais comum é extraperitoneal.
- Mulheres e a lesão mais comum é intraperitoneal.
- Mulheres e a lesão mais comum é extraperitoneal.
Ver gabarito e conceito-chave
Conceito-chave
A combinação escolhida é homens e ruptura extraperitoneal, alternativa B. Ela reúne duas informações relacionadas, mas distintas: a maior vulnerabilidade da uretra masculina e o tipo mais comum de ruptura da bexiga.
O resumo descreve lesões de bexiga e uretra em 6% a 15% das fraturas do anel, conforme a gravidade. No homem, a uretra posterior sofre sobretudo por cisalhamento; a uretra feminina é curta e protegida pela relação com a vagina. Nas rupturas vesicais, a extraperitoneal representa cerca de 60%, a intraperitoneal 30% e as combinadas 10% (Rockwood, 10ª ed., cap. 50, “Lesões urológicas”).
Extraperitoneal não descreve uma região da uretra. É a ruptura vesical que comunica a urina com a área da fratura anterior. A intraperitoneal costuma envolver o teto da bexiga distendida e exige reparo urgente. Entender qual estrutura cada termo classifica evita decorar um par sem sentido anatômico.
A investigação também é sequencial. Na suspeita de lesão uretral masculina, a uretrografia retrógrada avalia a uretra antes da sondagem vesical; com uretra íntegra, a cistografia estuda a bexiga. Se houver fixação interna anterior e ruptura extraperitoneal, o reparo conjunto ajuda a evitar urina no campo do implante.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
Ver o comentário completo