No joelho flutuante do adulto, as lesões associadas à pior evolução são as fraturas:
- Exposta da tíbia e intra-articular do joelho.
- Exposta da tíbia e associada do quadril ou tornozelo.
- Exposta do fêmur e intra-articular do joelho.
- Exposta do fêmur e associada do quadril ou tornozelo.
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Conceito-chave
No joelho flutuante, o par de pior evolução destacado é fratura exposta grave da tíbia e acometimento intra-articular do joelho, alternativa A. Ter os dois ossos quebrados do mesmo lado não descreve, sozinho, toda a gravidade funcional.
O resumo diferencia o tipo I, com as duas diáfises, do IIA, com extensão para o joelho, e do IIB, com extensão para quadril ou tornozelo. A lesão da superfície do joelho acrescenta um problema articular à instabilidade dos ossos longos; a exposição grave da tíbia acrescenta dano ao envelope de partes moles, particularmente vulnerável na face anteromedial (Rockwood, 10ª ed., cap. 63, “Joelho flutuante”).
É lesão de alta energia. A fonte cita exposição em 62%, lesão vascular em 21% e instabilidade ligamentar em quase um terço. Esses números pertencem à descrição do conjunto e reforçam a busca de lesões associadas, sem provar que todos os pacientes tenham o mesmo risco.
Fixar o osso e recuperar a articulação são objetivos complementares. Hastes nas duas fraturas deram bons a excelentes resultados nas séries citadas, mas isso não elimina o peso do dano articular e da cobertura tibial no prognóstico.
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