A consolidação viciosa de fratura do côndilo femoral medial produz deformidade do joelho em:
- Rotação lateral, flexão e varo.
- Rotação medial, flexão e varo.
- Rotação lateral, extensão e valgo.
- Rotação medial, extensão e valgo.
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Conceito-chave
A fratura do côndilo femoral medial (AO 33-B2) é uma fratura articular parcial: o côndilo medial se separa do resto do fêmur. Se consolida fora do lugar, o joelho fica deformado.
A deformidade da consolidação viciosa: o côndilo medial tende a subir e a girar, puxado pelos músculos e pela carga:
varo: o côndilo medial encurtado deixa o lado medial do joelho mais baixo;
flexão: o fragmento bascula para trás, puxado pela cabeça medial do gastrocnêmio;
rotação medial: o fragmento gira sobre o eixo longo.
A consequência: sobrecarga do compartimento medial, instabilidade e artrose precoce.
Por isso a regra: as fraturas unicondilares desviadas do fêmur distal são tratadas com redução anatômica e fixação com parafusos de compressão e placa de suporte (antideslizante) no lado do côndilo fraturado. A haste não fixa um côndilo isolado.
O contraste: a consolidação viciosa do côndilo lateral leva ao valgo.
Na prova: a consolidação viciosa do côndilo medial produz rotação medial, flexão e varo.
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