Nas fraturas diafisárias da tíbia no adulto, são fatores de risco para síndrome compartimental aguda a fratura do terço:
- Distal e sexo feminino.
- Distal e sexo masculino.
- Proximal e sexo feminino.
- Proximal e sexo masculino.
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Conceito-chave
Entre os pares oferecidos, fratura diafisária proximal e sexo masculino compõem o perfil de risco da alternativa D. A localização proximal aqui se refere ao traço da tíbia; não é necessário substituir a pergunta por uma fratura articular do planalto.
O resumo lista como fatores independentes sexo masculino, idade mais jovem, localização proximal, traços longos e competição esportiva de baixa energia. A síndrome pode ocorrer também na fratura exposta: abrir a pele não garante descompressão dos quatro compartimentos fasciais (Rockwood, 10ª ed., cap. 63, “Síndrome compartimental na fratura da tíbia”).
O reconhecimento é clínico e evolutivo. Dor desproporcional, dor ao estiramento passivo e compartimentos tensos são sinais importantes. No paciente que não pode colaborar, a medida da pressão pode auxiliar; o resumo usa a pressão diferencial, diastólica menos compartimental, abaixo de 30 mmHg.
Risco não é diagnóstico nem dispensa vigilância nos demais grupos. Uma mulher ou uma fratura distal pode desenvolver a síndrome. O par apenas ajuda a manter suspeita particularmente alta, sem aguardar ausência de pulso, que é um achado raro e tardio nesse contexto.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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