A fratura de clavícula tipo V de CRAIG, corresponde na classificação de ROBINSON ao tipo III
- A1.
- A2.
- B1.
- B2.
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Conceito-chave
A correspondência usada pelo resumo é Craig V com Robinson 3B2. Para resolver, decomponha o código de Robinson em localização, desvio e extensão articular; isso é mais seguro do que tentar transportar o número V diretamente para outra classificação.
O 3 identifica o segmento distal. A letra B indica desvio; A mantém alinhamento cortical. Dentro do distal, o subtipo 2 expressa extensão articular na correspondência apresentada. Assim, 3B2 reúne distal, desviado e intra-articular, combinação que a tabela do capítulo associa a Craig V.
| Robinson distal | Combinação descrita |
|---|---|
| 3A1 | Sem desvio, extra-articular; Neer I |
| 3A2 | Sem desvio, intra-articular; Neer III |
| 3B1 | Desviada, extra-articular; Neer II, Craig II e IV |
| 3B2 | Desviada, intra-articular; Craig V |
A tabela é uma correspondência específica desta fonte. Não se deve substituir “intra-articular” por “qualquer fratura cominuta” para justificar o número. Em Robinson, localização, desvio e articulação têm significado próprio; cominuição também importa, mas não permite ignorar os demais componentes do código.
Leia “Robinson (Edimburgo): a que o autor usa”, na Biblioteca. Use os três eixos para conferir cada alternativa e evitar confundir Craig III com o segmento 3 de Robinson.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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