A fratura de escafóide mais prevalente, na classificação de HEBERT e FISHER, é o tipo
- A1.
- A2.
- B1.
- B2.
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Conceito-chave
Entre os subtipos agudos de Herbert e Fisher apresentados, o mais prevalente é B2, fratura completa da cintura. A tabela do resumo lhe atribui 36,4%, enquanto A1 tem 14,6%, A2 tem 16,5% e B1 tem 21,2%.
A classificação distingue fraturas agudas estáveis do grupo A e agudas instáveis do B, além de retardo e pseudartrose. Frequência não é a mesma coisa que gravidade biológica: a maior dificuldade de consolidação do polo proximal não significa que ele seja o local mais frequente.
A prevalência da cintura também é coerente com a explicação mecânica do resumo, que a descreve submetida ao maior momento de flexão e com menos trabéculas no mecanismo habitual de queda. Os percentuais citados pertencem à tabela resumida, sem pretensão de serem constantes de toda população. Conteúdo consultado no resumo do Rockwood and Green, 10ª edição, capítulo 44, seções de mecanismo e Herbert/Fisher.
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