O tratamento da fratura de BENETT com redução fechada e fixação percutânea com fio de KIRSCHNER, ilustrada na figura abaixo, foi descrita por

- KAPANDJI.
- GREEN.
- WAGNER.
- LITTLER.
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Conceito-chave
A fratura de Bennett. É a fratura-luxação intra-articular da base do primeiro metacarpo. Um fragmento volar-ulnar permanece preso ao trapézio pelo ligamento oblíquo anterior (beak ligament), enquanto o restante do metacarpo luxa: o abdutor longo do polegar puxa a base para proximal e radial (dorsal), e o adutor do polegar puxa a diáfise para adução e supinação.
A redução. Tração longitudinal do polegar, abdução e pronação do metacarpo, e pressão direta sobre a base, empurrando-a de volta para o trapézio. Como os músculos voltam a deslocar a fratura, o gesso isolado perde a redução com frequência; por isso a maioria é fixada.
A técnica de Wagner. Descreve a redução fechada e a fixação percutânea com fio de Kirschner passando do primeiro metacarpo ao trapézio, mantendo a base reduzida, com ou sem fio adicional do primeiro ao segundo metacarpo. O pequeno fragmento não precisa ser fixado diretamente se o metacarpo estiver bem reduzido em relação a ele. Iselin descreveu fixação do primeiro ao segundo metacarpo. Fragmentos grandes (acima de cerca de 25 a 30% da superfície) ou redução fechada insuficiente vão para redução aberta e fixação com parafusos, pela via de Wagner (incisão radial na base do polegar, entre a pele glabra e a dorsal).
A fratura de Rolando. É a fratura cominutiva (em T ou Y) da base do primeiro metacarpo, de pior prognóstico, tratada com placa, fixador ou tração conforme a cominuição.
Na prova: Bennett = fragmento volar-ulnar preso pelo ligamento oblíquo anterior; abdutor longo desloca a base; redução fechada com fio metacarpo-trapézio = técnica de Wagner.
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