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Questão de Fratura da cabeça do rádio e instabilidade do cotovelo (SBOT-SP)

Trauma adultoFratura da cabeça do rádio e instabilidade do cotoveloSBOT-SP

Na luxação pura do cotovelo

  1. a lesão do nervo mediano é a mais comum.
  2. é típico a lesão da cápsula articular, ligamentos colaterais e origem dos flexores e extensores do antebraço.
  3. a lesão da artéria braquial acontece em 17% dos casos.
  4. o nervo radial tem o maior risco de aprisionamento durante a redução.
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Gabarito: B · é típico a lesão da cápsula articular, ligamentos colaterais e origem dos flexores e extensores do antebraço.

Conceito-chave

Luxação pura, ou simples, é a do cotovelo que saiu do lugar sem fratura. Parece a lesão mais leve do capítulo, mas o Rockwood and Green (10ª ed., cap. 40) insiste no contrário: sem osso quebrado, toda a energia foi para as partes moles.

Como as partes moles cedem. Na queda com a mão espalmada, a combinação de valgo, carga axial e força posterolateral descrita por O'Driscoll rasga as partes moles em anel: começa no colateral lateral, atravessa a cápsula e termina no colateral medial. Junto vão as origens dos flexores e extensores do antebraço, a dos extensores costumando sofrer mais.

Nervos e artéria. A lesão da artéria braquial é rara. Entre os nervos, o mais lesado é o ulnar. O mediano tem outro papel: é o que pode ficar encarcerado na articulação depois da redução. Esses detalhes são exatamente o que as alternativas erradas embaralham.

Por que isso importa no consultório. A lesão de cápsula e ligamentos explica a rigidez e a dor que muitos pacientes mantêm por anos, e o exame neurovascular antes e depois da redução existe por causa dos nervos e da artéria, mesmo que lesá-los seja incomum.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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