Na fratura do úmero proximal no paciente idoso, a principal fratura associada é
- do rádio distal.
- do úmero distal.
- do fêmur proximal.
- da escápula.
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Conceito-chave
O gabarito da prova é rádio distal, alternativa A, mas a palavra idoso exige uma ressalva: no resumo, a fratura associada mais comum na série com 65 anos ou mais foi a do fêmur proximal. Não se deve defender a resposta oficial escondendo essa diferença.
Na série geral de Court-Brown, de 10 a 99 anos, 90% das fraturas do úmero proximal eram isoladas. Entre as associadas, rádio distal apareceu em 3% e fêmur proximal em 2%. Já no subgrupo com 65 anos ou mais, 16% tinham outra fratura, com fêmur proximal em 7%, rádio distal e pelve em 2% cada, e escápula e dedos em 1% cada (Rockwood, 10ª ed., cap. 36, “Outras fraturas e a pele”).
O aprendizado é clínico e também de leitura de evidência: uma frequência da população geral não deve ser transportada automaticamente para um subgrupo etário. A fratura do ombro no idoso não encerra a avaliação após a queda; outra lesão pode coexistir, inclusive longe do membro superior.
| População da série | Rádio distal | Fêmur proximal |
|---|---|---|
| Geral, 10 a 99 anos | 3% | 2% |
| 65 anos ou mais | 2% | 7% |
O rádio distal continua sendo uma associação relevante e é a resposta registrada da banca. Para a comparação específica no idoso, a fonte consultada favorece o fêmur proximal.
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