A fratura da pelve por compressão anteroposterior tipo II de YOUNG AND BURGESS é caracterizada por
- fratura sacral no lado do impacto.
- desvio vertical da hemipelve.
- ligamentos sacroilíacos posteriores intactos.
- diástase da sinfise púbica de até 2,5cm.
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Conceito-chave
Na compressão anteroposterior tipo II, a frente abriu, mas os ligamentos sacroilíacos posteriores continuam íntegros, alternativa C. Essa continuidade explica a combinação de instabilidade rotacional e estabilidade vertical.
A lesão começa pela sínfise e progride para a região anterior da sacroilíaca. No modelo clássico, sacroespinhoso, sacrotuberoso e sacroilíacos anteriores falham, enquanto o setor posterior mantém a dobradiça. Se ele também romper, a lesão progride para CAP III, instável nos dois planos (Rockwood, 10ª ed., cap. 50, “Compressão anteroposterior: o livro aberto”).
O corte de 2,5 cm é uma referência clássica, com variação. O resumo relata experimentos em que a ruptura anterior ocorreu em amplitudes diferentes e em que os ligamentos acessórios não falharam em todos os casos. A anatomia posterior e a estabilidade real devem ser avaliadas; não se deduz o estado de cada ligamento apenas de uma régua na sínfise.
A compressão lateral, por outro lado, fecha o lado do impacto e impacta a asa sacral. Separar esses movimentos ajuda a eliminar distratores que misturam um achado verdadeiro de outro mecanismo.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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