A fratura abaixo é melhor classificada por Lauge-Hansen como:


- Pronação-rotação externa III
- Pronação-abdução III
- Supinação-adução II
- Supinação-rotação externa II
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Conceito-chave
As duas incidências mostram o padrão de fratura oblíqua da fíbula distal, na altura da sindesmose, sem um componente medial ósseo evidente na reprodução. Entre as opções, a melhor classificação morfológica é supinação-rotação externa II, alternativa D.
No modelo de Lauge-Hansen, SER I é a lesão tibiofibular anterior; SER II acrescenta o traço oblíquo fibular, com espícula posterior. A progressão posterior é o estágio III e a medial, o IV (Rockwood, 10ª ed., cap. 65).
Reconhecer a morfologia não comprova sozinho estabilidade funcional. Uma radiografia sem fratura medial não exclui ruptura do deltoide profundo. Assim, a resposta da questão identifica o padrão proposto nas figuras, mas não autoriza afirmar que todo ligamento medial deste paciente está íntegro nem prescrever tratamento definitivo apenas pela aparência da fíbula. É preciso avaliar congruência e estabilidade; o resumo discute testes e radiografias funcionais para essa distinção.
Os distratores trocam tanto o mecanismo quanto a geometria: PER costuma produzir traço suprassindesmal; PAB, cominuição por compressão/flexão; SAD II, cisalhamento vertical medial.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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