Na fratura do acetábulo, a impacção marginal de um fragmento osteocondral é mais comum, segundo a classificação de JUDET e LETOURNEL, no subtipo
- transverso.
- dupla coluna.
- hemitransverso.
- parede posterior.
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Conceito-chave
A impacção marginal é especialmente frequente na parede posterior, alternativa D; o resumo a relata em até 46% desses casos. Ela também pode ocorrer em outros padrões, portanto frequência maior não significa exclusividade.
Ao luxar para trás, a cabeça pode afundar a cartilagem da borda. O fragmento continua ligado à coluna posterior e permanece deprimido depois de reduzir o quadril, deixando espaço entre a cabeça e a superfície articular. A TC ajuda a reconhecer essa incongruência antes da cirurgia (Rockwood, 10ª ed., cap. 51, “A impacção marginal”).
Repor a parede não desimpacta o fragmento. A técnica eleva a superfície com o esponjoso, usa a cabeça reduzida como molde e preenche o defeito antes de sustentar a parede. Essa sequência explica por que o achado precisa ser procurado, mesmo numa fratura que parece simples.
No idoso, a gaivota é outro tipo de impacção, do teto superomedial. Distinguir borda posterior deprimida de cúpula afundada evita confundir dois achados que prejudicam a congruência.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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