Na fratura osteoporótica da coluna toracolombar está indicado o tratamento
- com vertebroplastia em pacientes com fratura compressão sem déficit neurológico.
- com cifoplastia em pacientes com fratura compressão com lesão medular associada.
- cirúrgico em pacientes com déficit neurológico crônico.
- cirúrgico em pacientes com lesão medular aguda.
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Conceito-chave
O cenário que mais exige atenção é a fratura osteoporótica com lesão medular aguda, pois pode haver compressão neural que precisa de descompressão e estabilização. Essa é a indicação cirúrgica mais consistente entre as alternativas; cimento isolado não resolve uma medula comprimida.
O resumo diferencia a dor refratária sem déficit, em que pode ser discutida cimentação, dos padrões com déficit ou falha posterior, que pedem outra avaliação de estabilização. A principal indicação de cirurgia aberta é a compressão neural com déficit, especialmente agudo, incompleto e progressivo (resumo do Rockwood, 10ª ed., cap. 49, “Quando operar e o que fazer”).
Isso também impede ensinar que déficit crônico nunca seja operado. Dor, deformidade e progressão podem justificar intervenção tardia; a palavra “crônico”, isolada, não define indicação nem possibilidade de recuperação. O enunciado oferece descrições amplas, e a melhor resposta é a lesão aguda, sem transformar as outras condições em proibições absolutas.
Leia no resumo da Biblioteca como a decisão separa descompressão neural, estabilização mecânica e tratamento da dor.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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