No tratamento da síndrome compartimental, a fasciotomia
- pode ser realizada de maneira subcutânea.
- não necessita de debridamento dos tecidos já necróticos.
- deve ter a ferida fechada primariamente, logo após a descompressão.
- quando associada a fratura, deve ser realizada antes da estabilização.
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Conceito-chave
A fasciotomia trata uma emergência de perfusão e deve preceder a estabilização da fratura. A ordem evita que o tempo gasto na osteossíntese prolongue a isquemia muscular. Depois da descompressão, estabilizar o osso protege as partes moles e facilita seu cuidado.
O procedimento deve ser completo, com incisão cutânea ao longo do compartimento, abertura fascial e inspeção de toda a musculatura. Uma pequena abertura subcutânea não permite verificar extensão da necrose e pode deixar pele ou fáscia restringindo o volume. O músculo inviável precisa ser desbridado, pois deixá-lo aumenta o risco de infecção.
As incisões ficam abertas. Fechar imediatamente reconstitui um envoltório capaz de manter a pressão alta. O resumo orienta revisão em cerca de 48 horas, confirmando viabilidade antes de fechar sem tensão ou cobrir. A fasciotomia não termina quando a fáscia é cortada: inspeção, desbridamento e plano para a ferida fazem parte do tratamento.
Na Biblioteca, leia “Fasciotomia”, “A ferida: aberta, revisão em 48 horas” e “A fratura associada”. A sequência explica por que uma operação aparentemente menor ou um fechamento precoce podem comprometer o objetivo da descompressão.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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