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Questão de Síndrome compartimental (CET-PR)

Trauma adultoSíndrome compartimentalCET-PR

No tratamento da síndrome compartimental, a fasciotomia

  1. pode ser realizada de maneira subcutânea.
  2. não necessita de debridamento dos tecidos já necróticos.
  3. deve ter a ferida fechada primariamente, logo após a descompressão.
  4. quando associada a fratura, deve ser realizada antes da estabilização.
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Gabarito: D · quando associada a fratura, deve ser realizada antes da estabilização.

Conceito-chave

A fasciotomia trata uma emergência de perfusão e deve preceder a estabilização da fratura. A ordem evita que o tempo gasto na osteossíntese prolongue a isquemia muscular. Depois da descompressão, estabilizar o osso protege as partes moles e facilita seu cuidado.

O procedimento deve ser completo, com incisão cutânea ao longo do compartimento, abertura fascial e inspeção de toda a musculatura. Uma pequena abertura subcutânea não permite verificar extensão da necrose e pode deixar pele ou fáscia restringindo o volume. O músculo inviável precisa ser desbridado, pois deixá-lo aumenta o risco de infecção.

As incisões ficam abertas. Fechar imediatamente reconstitui um envoltório capaz de manter a pressão alta. O resumo orienta revisão em cerca de 48 horas, confirmando viabilidade antes de fechar sem tensão ou cobrir. A fasciotomia não termina quando a fáscia é cortada: inspeção, desbridamento e plano para a ferida fazem parte do tratamento.

Na Biblioteca, leia “Fasciotomia”, “A ferida: aberta, revisão em 48 horas” e “A fratura associada”. A sequência explica por que uma operação aparentemente menor ou um fechamento precoce podem comprometer o objetivo da descompressão.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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