A fratura de MONTEGGIA mais frequente na criança e no adulto respectivamente, segundo a classificação de BADO, são tipo
- I e II.
- II e III.
- II e II.
- I e III.
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Conceito-chave
A mesma classificação reúne padrões com distribuição diferente conforme a idade. Na Monteggia, há fratura ulnar e luxação da cabeça radial. Bado relaciona a direção da cabeça ao ápice da deformidade da ulna. O tipo I, com cabeça anterior e ápice anterior, predomina na criança; o tipo II, com cabeça posterior ou posterolateral e ápice posterior, predomina no adulto.
Essa diferença não transforma idade em critério classificatório. Uma criança pode ter outros tipos e um adulto pode apresentar tipo I. Primeiro se classifica a geometria da lesão; depois se usa a distribuição etária para compreender o padrão e procurar associações. No adulto, o II pode vir com fraturas da cabeça radial e do coronoide, ampliando o comprometimento de estabilidade.
O tipo III é lateral ou anterolateral e metafisário, quase exclusivo da criança. O IV tem luxação anterior com fratura dos dois ossos proximais no mesmo nível, descrito como exclusivo do adulto. “Exclusivo” não significa “mais frequente”: o IV não substitui o II como a resposta da segunda metade do enunciado.
Na Biblioteca, leia “A classificação de Bado” e compare direção, osso e faixa etária na mesma tabela. A ordem pedida é criança e depois adulto; manter essa ordem evita acertar os tipos e inverter o par.
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