Na fratura do calcâneo, segundo a classificação de SANDERS, a imagem abaixo corresponde ao grau

- IIC.
- IIIAB.
- IIIBC.
- IV.
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Conceito-chave
Como classificar pela tomografia. A classificação de Sanders usa o corte coronal da tomografia em que a faceta posterior da subtalar aparece mais larga. Três linhas dividem a faceta: A (lateral), B (central) e C (medial, junto ao sustentáculo). A letra indica onde passa cada traço.
Os tipos. Tipo I: sem desvio, qualquer número de traços. Tipo II: um traço, duas partes; IIA, IIB ou IIC conforme o traço caia na linha A, B ou C. Tipo III: dois traços, três partes, geralmente com um fragmento central afundado; IIIAB, IIIAC ou IIIBC, conforme as linhas atravessadas. Tipo IV: três traços ou mais, quatro partes ou cominuição.
Como ler a imagem. Dois traços, um na posição central (B) e outro na medial (C), dividindo a faceta em três fragmentos, formam o IIIBC. Quanto mais medial o traço, mais difícil é reduzir pela via lateral, porque o fragmento medial (preso ao sustentáculo, o "fragmento constante") fica longe do campo, e pior é o prognóstico.
O prognóstico e o tratamento. O resultado piora do tipo II ao IV. Nos tipos II e III, a redução aberta e fixação (via lateral extensa ou seio do tarso) melhora o resultado em pacientes adequados. No tipo IV, a artrose é tão provável que muitos fazem redução e artrodese subtalar primária. Pacientes com tabagismo, diabetes, vasculopatia ou pele ruim vão para tratamento conservador ou minimamente invasivo.
Na prova: Sanders III = dois traços, três partes; IIIBC = traços nas posições central e medial.
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