Na fratura do tornozelo, a principal estrutura anatômica em risco no acesso lateral é o
- nervo sural.
- tendão fibular curto.
- tendão fibular longo.
- nervo fibular superficial.
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Conceito-chave
No acesso lateral direto à fíbula, o nervo que exige atenção é o fibular superficial, alternativa D. Ele emerge da fáscia no terço distal da perna em posição variável e pode cruzar a exposição. A extensão proximal da incisão aumenta a importância de identificá-lo e protegê-lo, em vez de presumir um trajeto invariável (Rockwood, 10ª ed., cap. 65, “As vias de acesso e o nervo em risco”).
O erro comum é escolher qualquer estrutura situada lateralmente. Lateral direto e posterolateral são vias distintas. Na posterolateral, entre a fíbula e o tendão calcâneo, o sural fica vulnerável no subcutâneo; o plano profundo passa entre os fibulares e o flexor longo do hálux. Na via lateral da pergunta, a tabela destaca o fibular superficial.
Os tendões fibulares ficam atrás da fíbula sob seu retináculo. Também merecem proteção, e uma placa posterior pode irritá-los, mas isso não os transforma na estrutura nervosa característica do acesso lateral direto.
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