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Questão de Fratura do úmero proximal (TECOC/SBCOC Ombro e Cotovelo)

Trauma adultoFratura do úmero proximalTECOC/SBCOC Ombro e Cotovelo

A fratura isolada do tubérculo maior do úmero

  1. não pode ser operada por artroscopia.
  2. é facilmente reduzida de forma fechada.
  3. não pode ser reduzida por via deltopeitoral.
  4. na maioria das vezes não precisa ser operada.
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Gabarito: D · na maioria das vezes não precisa ser operada.

Conceito-chave

Uma fratura isolada do tubérculo maior não precisa de cirurgia só porque envolve a inserção do manguito. A maioria é pouco desviada e pode ser tratada sem operar, alternativa D; o que muda a decisão é a posição residual do fragmento e sua consequência funcional.

O manguito posterossuperior puxa o tubérculo para trás e medial. Se ele consolidar fora de posição, pode gerar impacto e limitar elevação ou rotação externa. Por isso, numa fratura associada a luxação, primeiro se reduz a articulação e só depois se mede o desvio do tubérculo, com alguma rotação externa do ombro (Rockwood, 10ª ed., cap. 36, “Tubérculo maior e tubérculo menor”).

O algoritmo do resumo usa menos de 1 cm para favorecer tratamento conservador e mais de 1 cm ou sobreposição superior a 20% para fixação; idosos podem tolerar mais se a perda funcional for aceitável. Esses são os limites desse capítulo e não devem ser confundidos com uma regra universal para todo paciente ou com os limites usados apenas para contar partes de Neer.

Quando a fixação é indicada, o capítulo admite suturas, inclusive por artroscopia. A via deltopeitoral é utilizada para fixação proximal, embora a transdeltoide dê exposição mais direta ao tubérculo maior. Logo, o tratamento conservador frequente não significa impossibilidade técnica de operar.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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