Na fratura do quadril do idoso, o risco de segunda fratura em dois anos após a primeira é cerca de
- 10% nos homens, e em mais de 70% dos casos é do mesmo tipo de fratura da primeira.
- 10% nos homens, e em menos de 50% dos casos é do mesmo tipo de fratura da primeira.
- 5% nos homens, e em mais de 70% dos casos é do mesmo tipo de fratura da primeira.
- 5% nos homens, e em menos de 50% dos casos é do mesmo tipo de fratura da primeira.
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Conceito-chave
Depois da primeira fratura de quadril, o risco não desaparece com a consolidação. O capítulo descreve nova fratura em dois anos em cerca de 5% dos homens e 10% das mulheres; em mais de 70% das segundas fraturas, o tipo é o mesmo da primeira. O par pedido no homem é, portanto, 5% e mais de 70%.
Esses números são estimativas do material consultado, não uma previsão individual. A primeira fratura funciona como sinal de alarme porque fragilidade óssea e fatores de queda continuam presentes. Daí a importância de abordar osteoporose e o risco de novas quedas durante a internação, em vez de tratar apenas o episódio atual (resumo do Rockwood, 10ª ed., cap. 53, “A segunda fratura” e “Quem sofre e por quê”).
A alternativa precisa acertar tanto o risco por sexo quanto a repetição do padrão. O valor maior de 10% não deve ser transferido da mulher para o homem, e “mesmo tipo” não significa obrigatoriamente o mesmo lado.
Leia essa seção no resumo da Biblioteca para relacionar o dado à prevenção secundária.
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