Na fratura dos ossos do antebraço, a síndrome compartimental
- ocorre em 10% dos casos.
- é mais comum no sexo feminino.
- exige descompressão de todos os compartimentos do antebraço.
- exige descompressão tanto do túnel do carpo como do lacertus fibrosus.
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Conceito-chave
A síndrome compartimental do antebraço ameaça a perfusão muscular e exige descompressão adequada de todos os espaços que permanecem sob pressão. O resumo de fraturas do antebraço informa ocorrência em cerca de 3% das fraturas, com predominância em homens jovens, e recomenda em geral liberar os quatro compartimentos: volar superficial, volar profundo, dorsal e coxim móvel.
O capítulo específico de síndrome compartimental organiza o antebraço em três grupos, volar, dorsal e coxim móvel, e descreve que a liberação volar costuma bastar, abrindo o dorsal se sua pressão continuar elevada. A contagem difere porque o volar pode ser subdividido; a decisão técnica também depende da suficiência da descompressão. Não se deve esconder essa diferença como se os dois textos dessem uma única ordem sem ressalvas.
Na via volar, o capítulo de fraturas descreve abertura do lacerto e do túnel do carpo de rotina. Por isso, a alternativa D também tem apoio na fonte e não deve ser ensinada como falsa para defender C. O gabarito seleciona a regra geral de descompressão completa; a anatomia e a pressão residual orientam como alcançá-la.
Leia as seções de síndrome compartimental nos resumos dos capítulos 17 e 42, na Biblioteca. Compare divisão anatômica e extensão da liberação. O princípio comum é não deixar tecido ameaçado sem descompressão, e não apenas contar incisões ou decorar um número.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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