No tratamento conservador da fratura da clavícula, é fator de risco para a ocorrência de pseudoartrose
- sexo masculino.
- trauma de alta energia.
- encurtamento maior que 1,5 cm.
- contato entre os fragmentos menor que 50%.
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Conceito-chave
O gabarito oficial é B, trauma de alta energia, mas a tabela de fatores de pseudartrose do resumo não lista a energia como fator independente. Entre as opções, a fonte sustenta o encurtamento, com limites variáveis de 1,5–2 cm no texto e mais de 2 cm na tabela. A divergência não deve ser escondida.
O fator mais consistente nas revisões é o desvio completo. Ele se relaciona ao afastamento e à perda da relação entre fragmentos, enquanto cominuição e encurtamento acrescentam dificuldades. Tabagismo, idade, sexo feminino e evolução ruim da dor/DASH também aparecem como fatores possíveis (Rockwood, 10ª ed., cap. 34, “Quem não consolida”).
Energia do trauma e prognóstico não são a mesma variável. Uma lesão de alta energia pode produzir desvio e cominuição, mas isso não prova que a energia tenha efeito independente na análise de risco. Da mesma forma, contato menor que 50% não é idêntico ao desvio completo que a fonte destaca: não se pode inventar esse corte percentual como se estivesse na tabela.
A alternativa C também pede precisão. O resumo não fixa 1,5 cm como fronteira universal; descreve controvérsia e faixas. O dado de um paciente precisa ser interpretado com padrão, sintomas, demanda e evolução, e não isoladamente para indicar cirurgia.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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