As fraturas parciais articulares do úmero distal apresentam:
- Distribuição unimodal em homens e mulheres
- Distribuição bimodal em homens e unimodal em mulheres
- Distribuição bimodal em homens e mulheres
- Distribuição bimodal em mulheres e unimodal em homens
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Conceito-chave
As fraturas articulares parciais do úmero distal (AO 13-B: côndilo lateral, côndilo medial e fraturas do capítulo e da tróclea no plano coronal) seguem uma distribuição bimodal nos dois sexos:
primeiro pico: adultos jovens, por trauma de alta energia (quedas, acidentes de trânsito, esporte);
segundo pico: idosos, por trauma de baixa energia em osso osteoporótico, como a queda da própria altura sobre o cotovelo ou a mão.
Nas mulheres: o pico idoso é mais acentuado, pela osteoporose pós-menopausa; as fraturas do capítulo, por exemplo, são mais comuns em mulheres idosas.
Nos homens: o pico jovem é mais acentuado, pelo trauma de alta energia.
A implicação no tratamento: no jovem, redução anatômica e fixação com parafusos sem cabeça ou placas; no idoso com cominução e osso frágil, considerar a artroplastia (hemiartroplastia distal do úmero ou total do cotovelo).
Na prova: as fraturas articulares parciais do úmero distal têm distribuição bimodal em homens e mulheres.
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