A indicação mais frequente de redução cruenta na fratura da clavícula é
- a lesão neurovascular.
- a não consolidação.
- o ombro flutuante.
- a fratura próxima à articulação acromioclavicular.
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Conceito-chave
A maioria das fraturas da clavícula é tratada sem cirurgia. Entre as indicações de redução cruenta (cirurgia aberta), a mais frequente na prática é a não consolidação (pseudartrose).
Por quê: nas fraturas do terço médio desviadas e encurtadas tratadas com tipoia, a pseudartrose chega a 15% ou mais. A pseudartrose sintomática (dor, fraqueza, estalido) é a razão mais comum para operar, com placa e, às vezes, enxerto.
As indicações agudas, menos frequentes:
fratura exposta ou pele em risco (fragmento tensionando a pele);
lesão neurovascular associada;
ombro flutuante com desvio;
fraturas do terço lateral instáveis (Neer II);
desvio completo com encurtamento maior que 15 a 20 mm em pacientes ativos (indicação relativa, cada vez mais aceita).
O tratamento da pseudartrose: placa de compressão (superior ou anteroinferior), muitas vezes com enxerto ósseo; alta taxa de consolidação.
Na prova: a indicação mais frequente de redução cruenta na fratura da clavícula é a não consolidação.
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