A complicação neurovascular mais comum após a fratura da clavícula é
- aneurisma da artéria subclávia.
- estiramento agudo do plexo braquial.
- trombose subaguda da veia subclávia.
- compressão crônica do plexo braquial.
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Conceito-chave
A compressão crônica do plexo no desfiladeiro torácico é a forma mais comum de lesão neurovascular após fratura desviada da clavícula descrita pelo capítulo. A clavícula forma o teto desse espaço; consolidação viciosa e calo inferior podem reduzir a passagem disponível e produzir sintomas tardios.
A apresentação pode incluir parestesias em C8 e T1, fraqueza progressiva da mão e piora com trabalho acima da cabeça. Obstrução venosa também pode causar edema e coloração arroxeada. O mecanismo é diferente de um estiramento agudo do plexo durante trauma violento: o paciente pode ter função inicial preservada e desenvolver sintomas com a consolidação em posição desfavorável.
| Situação | Mecanismo destacado |
|---|---|
| Dissociação escapulotorácica | Tração aguda de alta energia, rara e grave |
| Consolidação viciosa sintomática | Redução crônica do espaço do desfiladeiro |
| Complicação por parafuso | Possível lesão vascular iatrogênica, descrita em relatos |
O tratamento precisa abordar a causa estrutural. Quando a posição tridimensional da clavícula estreita o espaço, retirar apenas um calo aparente ou a primeira costela não corrige necessariamente o problema. O resumo destaca osteotomia corretiva para restaurar dimensões, enquanto desbridamento do calo e realinhamento podem ser necessários conforme o mecanismo. Não é toda parestesia pós-fratura que confirma esse diagnóstico; evolução e exame devem estabelecer a relação.
Leia “Lesões tardias: o desfiladeiro torácico”, na Biblioteca. Relacione tempo de aparecimento, anatomia e sintomas antes de escolher a complicação apenas por sua gravidade.
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