Em pacientes submetidos ao tratamento cirúrgico das fraturas no fêmur distal um desalinhamento acima de quantos graus pode gerar alterações na mecânica do joelho?
- 0-5 graus
- 5-10 graus
- 10-15 graus
- 15-20 graus
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Conceito-chave
Um fêmur distal consolidado pode continuar alterando a marcha se o joelho ficou desalinhado. O capítulo situa em mais de 5 a 10 graus o desvio capaz de modificar sua mecânica. A alternativa B corresponde a essa faixa.
No plano coronal, varo sobrecarrega o compartimento medial e valgo, o lateral. O problema não é apenas a aparência do membro: mudar o eixo altera a distribuição de carga na articulação. Flexão, extensão, rotação e encurtamento também interferem na marcha e no conforto, por dimensões diferentes da deformidade (resumo do Rockwood, 10ª ed., cap. 58, “Pós-operatório e complicações”).
A referência não deve ser transformada num certificado de segurança para qualquer desvio menor. O capítulo apresenta uma faixa, e não um único limiar que garanta ausência de sintomas abaixo dele. A meta da redução é recuperar anatomia e função, usando o lado oposto quando íntegro como modelo, não aceitar deliberadamente um erro por estar pouco abaixo de dez graus.
O eixo anatômico femoral já apresenta valgo fisiológico em relação ao joelho. Por isso, o primeiro fio distal da placa deve ficar paralelo à articulação no AP, e não se assumir que “reto” significa perpendicular à diáfise. A placa mal posicionada pode impor valgo, enquanto rotação externa e encurtamento também aparecem entre os erros da fixação.
No resumo da Biblioteca, relacione o tópico de desalinhamento à técnica da placa. Reduzir com pouca dissecção preserva biologia, mas não substitui conferir eixo, rotação e comprimento; uma vantagem biológica não compensa uma articulação mecanicamente mal orientada.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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