Qual o percentual da superfície articular volar, na superfície articular distal da falange proximal da mão deve ser acometida, a partir do qual ocasiona instabilidade articular?
- 20%
- 40%
- 60%
- 80%
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Conceito-chave
A borda volar da base da falange média é o contraforte contra subluxação dorsal da IFP. Quanto maior a perda desse apoio, maior a possibilidade de a base escorregar e deixar de deslizar congruentemente sobre a cabeça proximal. O tamanho do fragmento precisa ser avaliado junto ao arco em que a redução se mantém.
O resumo do Rockwood & Green, 10ª edição, capítulo 45, divide as lesões em estáveis com menos de 30%, tênues entre 30% e 50% que mantêm redução com menos de 30° de flexão, e instáveis acima de 50% ou com necessidade de mais de 30° de flexão. O algoritmo e figuras também chamam atenção para risco crescente acima de 40%. Esses cortes não são todos definições da mesma variável.
O texto relaciona fragmentos maiores à perda do colateral e da placa volar, enquanto 40% aparece como limiar de alerta para instabilidade. O sinal do V no perfil e a avaliação dinâmica mostram perda de congruência. Não se deve usar um percentual isolado para ignorar que uma articulação já subluxa ou só se mantém muito fletida.
Leia “Estabilidade pelo tamanho do fragmento volar”, na seção da fratura-luxação da IFP do resumo da Biblioteca.
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