Nas fraturas do rádio distal, quando tratadas com placa volar qual tendão flexor mais comumente evolui com ruptura?
- Flexor radial do carpo
- Flexor ulnar do carpo
- Flexor curto do polegar
- Flexor longo do polegar
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Conceito-chave
A placa volar é o tratamento mais usado nas fraturas instáveis do rádio distal. Uma das complicações típicas é a ruptura dos tendões flexores.
O tendão mais rompido: o flexor longo do polegar. Ele corre logo sobre a face volar do rádio distal, encostado na borda da linha divisória (watershed line), a crista volar onde a superfície do rádio faz uma curva antes da articulação.
Por que rompe: quando a placa fica distal à linha divisória ou saliente (afastada do osso), a borda da placa atrita o tendão a cada movimento do polegar, até romper meses depois.
A classificação de Soong: avalia a posição da placa em relação à linha divisória no perfil (grau 0, atrás dela; 1, na altura; 2, além dela). Placas grau 2 têm muito mais ruptura.
A prevenção: colocar a placa proximal à linha divisória, bem encostada ao osso, e retirar a placa se ela estiver saliente e o paciente tiver sintomas (dor ou crepitação ao mover o polegar).
No dorso: o tendão que mais rompe é o extensor longo do polegar, por parafusos longos ou pela própria fratura.
Na prova: com placa volar, o tendão flexor que mais rompe é o flexor longo do polegar.
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