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Questão de Fratura do rádio distal (SBOT-SP)

Trauma adultoFratura do rádio distalSBOT-SP

Nas fraturas do rádio distal, quando tratadas com placa volar qual tendão flexor mais comumente evolui com ruptura?

  1. Flexor radial do carpo
  2. Flexor ulnar do carpo
  3. Flexor curto do polegar
  4. Flexor longo do polegar
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Gabarito: D · Flexor longo do polegar

Conceito-chave

A placa volar é o tratamento mais usado nas fraturas instáveis do rádio distal. Uma das complicações típicas é a ruptura dos tendões flexores.

O tendão mais rompido: o flexor longo do polegar. Ele corre logo sobre a face volar do rádio distal, encostado na borda da linha divisória (watershed line), a crista volar onde a superfície do rádio faz uma curva antes da articulação.

Por que rompe: quando a placa fica distal à linha divisória ou saliente (afastada do osso), a borda da placa atrita o tendão a cada movimento do polegar, até romper meses depois.

A classificação de Soong: avalia a posição da placa em relação à linha divisória no perfil (grau 0, atrás dela; 1, na altura; 2, além dela). Placas grau 2 têm muito mais ruptura.

A prevenção: colocar a placa proximal à linha divisória, bem encostada ao osso, e retirar a placa se ela estiver saliente e o paciente tiver sintomas (dor ou crepitação ao mover o polegar).

No dorso: o tendão que mais rompe é o extensor longo do polegar, por parafusos longos ou pela própria fratura.

Na prova: com placa volar, o tendão flexor que mais rompe é o flexor longo do polegar.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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