Nas fraturas transtroncantéricas, a medialização do fêmur ocorre por ação de qual grupo muscular?
- Flexores
- Adutores
- Abdutores
- Extensores
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Conceito-chave
A diáfise vai para medial pela ação dos adutores, alternativa B. Na fratura transtrocantérica, identificar qual fragmento se desloca é o que permite reconhecer a força relevante.
O resumo distingue três movimentos: o trocânter maior é levado em abdução e rotação externa por glúteo médio e rotadores externos curtos; a diáfise vai para posterior e medial por adutores e isquiotibiais; o trocânter menor solto é levado medial e cranialmente pelo iliopsoas. São fragmentos diferentes, ainda ligados a suas estruturas musculares (Rockwood, 10ª ed., cap. 54, “Anatomia e forças deformantes”).
O enunciado pede a medialização do fêmur, e não qualquer movimento para medial. Se o trocânter menor está separado, a tração do iliopsoas age sobre esse fragmento; isso não torna o grupo flexor a resposta para o deslocamento da diáfise. A localização da inserção em relação ao foco precisa ser conservada no raciocínio.
A parede lateral interfere no quanto essa força consegue deslocar a diáfise. Quando ela falha como batente, os adutores medializam o fêmur, reduzem o contato entre fragmentos e contribuem para perda de offset e pior função. É por isso que a anatomia muscular tem consequência para a escolha do implante e para avaliar a estabilidade da fratura.
No resumo da Biblioteca, compare os três fragmentos e depois a parede lateral. Entender o movimento ajuda a planejar a redução, sem atribuir ao mesmo músculo todos os desvios da região proximal.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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