A excisão do fragmento proximal e o avanço do tendão do tríceps devem ser considerados procedimento de resgate nas fraturas multifragmentadas do olécrano, desde que o fragmento não seja maior do que qual percentual do olécrano?
- 10%
- 25%
- 50%
- 75%
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Conceito-chave
Excisão com avanço do tríceps é resgate, não a primeira solução para toda cominuição. O resumo a reserva especialmente ao idoso de baixa demanda, com osso ruim e fratura que não permite fixação adequada. O fragmento a retirar deve ser menor que 75% do olécrano na descrição consultada.
O limite existe porque o olécrano integra o encaixe que estabiliza o cotovelo. Retirar apoio demais compromete essa função. O número não deve ser tratado como autorização automática para ressecar uma grande superfície em qualquer adulto; qualidade do osso, demanda e estabilidade do conjunto continuam decisivas.
O avanço do tríceps procura recuperar o mecanismo extensor depois de retirar o fragmento. A fonte descreve fixação por furos próximos da face dorsal da ulna para favorecer a força de extensão. Preservar apenas uma porcentagem de osso sem restaurar a relação funcional não completa o procedimento.
A prova oferece 75% como referência superior entre as alternativas. O resumo fala estritamente em menor que 75%, portanto não se deve ampliar a redação para concluir que exatamente 75% é sempre seguro. Na Biblioteca, leia “Sem cirurgia e excisão” e compare com a preferência por placa nas cominutivas reconstruíveis. Isso coloca o resgate no contexto correto.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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