Na fratura diafisária da clavícula, a principal complicação vascular tardia é a compressão da
- veia subclávia.
- artéria subclávia.
- veia supraclavicular.
- artéria supraclavicular.
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Conceito-chave
A clavícula passa logo acima do feixe subclávio e do plexo braquial, que atravessam o espaço entre ela e a primeira costela (desfiladeiro costoclavicular).
A principal complicação vascular tardia: a compressão da veia subclávia. Um calo hipertrófico, uma consolidação viciosa com encurtamento e desvio para baixo, ou uma pseudartrose com fragmentos móveis estreitam o espaço costoclavicular e comprimem a veia.
Por que a veia e não a artéria: a veia subclávia fica mais anterior e medial, logo atrás da clavícula e do músculo subclávio, com parede fina e baixa pressão; é comprimida com facilidade. A artéria fica mais posterior, protegida pelo escaleno anterior, e é atingida com menos frequência.
O quadro: inchaço e cianose do braço, veias dilatadas no ombro e no tórax e, às vezes, trombose (síndrome de Paget-Schroetter secundária). O plexo braquial também pode ser comprimido (síndrome do desfiladeiro neurogênico).
O tratamento: ressecção do calo, correção da consolidação viciosa ou fixação da pseudartrose, descomprimindo o espaço.
Na prova: a principal complicação vascular tardia da fratura diafisária da clavícula é a compressão da veia subclávia.
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