Na incidência radiográfica "serendipity view", quando é visualizada uma ascensão de uma clavícula sobre uma linha imaginária da clavícula contralateral normal, a hipótese diagnóstica é de uma luxação esternoclavicular
- inferior.
- anterior.
- superior.
- posterior.
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Conceito-chave
A articulação esternoclavicular é difícil de ver na radiografia comum: as estruturas do tórax se sobrepõem. A incidência serendipity (de Rockwood) ajuda.
Como é feita: paciente deitado de costas, raio inclinado 40° no sentido cefálico, centrado no manúbrio, pegando as duas clavículas na mesma imagem.
Como ler: compara-se a posição das duas extremidades mediais das clavículas, usando a do lado normal como referência:
clavícula mais alta que a linha da contralateral: luxação anterior;
clavícula mais baixa: luxação posterior.
Por que funciona assim: com o raio inclinado para cima, a clavícula que está à frente é projetada mais alta, e a que está atrás, mais baixa.
O exame de escolha hoje: a TC, que mostra a direção da luxação e a relação com os grandes vasos, a traqueia e o esôfago, fundamentais na luxação posterior.
A importância: a luxação anterior é a mais comum e costuma ser benigna; a posterior é grave e pede redução com cirurgião torácico disponível.
Na prova: na serendipity, a clavícula mais alta que a contralateral indica luxação esternoclavicular anterior.
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