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Questão de Fratura da escápula (TECOC/SBCOC Ombro e Cotovelo)

Trauma adultoFratura da escápulaTECOC/SBCOC Ombro e Cotovelo

Na fratura do tipo IA de GOSS-IDEBERG, a fixação com parafusos deve ser realizada abaixo da linha do equador da glenoide para evitar lesão

  1. do nervo axilar.
  2. do nervo supraescapular.
  3. da artéria tóraco acromial.
  4. da artéria circunflexa escapular.
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Gabarito: B · do nervo supraescapular.

Conceito-chave

A classificação de Ideberg, modificada por Goss, descreve as fraturas da cavidade glenoide:

tipo IA: fratura da borda anterior;

tipo IB: fratura da borda posterior;

tipos II a V: traços que atravessam a cavidade e saem pela borda lateral, pela superior, pela medial ou em combinação;

tipo VI: cominuta.

O tipo IA: é o Bankart ósseo, comum na luxação anterior. Fragmentos grandes (mais de 20 a 25% da glenoide) ou com instabilidade são fixados com parafusos ou âncoras.

Por que abaixo do equador: o nervo supraescapular contorna a incisura espinoglenoidal, atrás da glenoide, na metade superior. Parafusos colocados de anterior para posterior na metade superior da glenoide podem sair atrás e lesar o nervo. Colocá-los abaixo da linha do equador e com o comprimento certo afasta o risco.

Os outros riscos na fixação anterior: o nervo axilar, que passa logo abaixo da glenoide e do subescapular, e o nervo musculocutâneo, na via deltopeitoral.

Na prova: no Ideberg IA, os parafusos vão abaixo do equador da glenoide para evitar lesão do nervo supraescapular.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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