Na fratura exposta do terço distal do úmero, a exposição ocorre mais frequentemente na região
- lateral.
- medial.
- anterior.
- posterior.
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Conceito-chave
Na fratura exposta do úmero distal, a ferida aparece onde a cobertura de partes moles é menor.
A face posterior: atrás do úmero distal estão apenas o tendão do tríceps, a gordura e a pele, sobre o olécrano e a fossa do olécrano. É a face mais fina.
O mecanismo: queda sobre o cotovelo fletido ou trauma de alta energia; o fragmento proximal, pontiagudo, é empurrado para trás e perfura a pele posterior.
As outras faces:
anterior: protegida pelo braquial e pelo bíceps, além do feixe neurovascular (artéria braquial, nervo mediano);
medial e lateral: cobertas pelos músculos que nascem nos epicôndilos (flexores e extensores do antebraço).
A conduta: antibiótico precoce, desbridamento, fixação (às vezes fixador externo temporário) e cobertura; o nervo ulnar deve ser identificado e protegido.
Na prova: a exposição do úmero distal ocorre mais na região posterior.
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