O sinal clínico que sugere fratura-luxação ESSEX-LOPRESTI é a
- diminuição da pronação.
- diminuição da supinação.
- dor à palpação da articulação radiulnar distal.
- dor à palpação da articulação radiulnar proximal.
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Conceito-chave
Dor na articulação radioulnar distal deve levantar a suspeita de Essex-Lopresti em uma fratura da cabeça do rádio. A lesão combina fratura proximal, ruptura da membrana interóssea e lesão da radioulnar distal. O problema atravessa o antebraço inteiro, embora a queixa inicial possa chamar atenção para o cotovelo.
A cabeça do rádio e as estruturas longitudinais ajudam a manter a relação entre rádio e ulna. Quando esse conjunto falha, o rádio pode migrar proximalmente, produzindo instabilidade longitudinal. Por isso examinar o punho faz parte da avaliação de toda fratura da cabeça do rádio, em vez de considerar a dor distal uma queixa sem relação com a lesão proximal.
Pronação e supinação podem estar limitadas em várias lesões dolorosas ou com bloqueio mecânico da cabeça. Isso não demonstra, por si, ruptura da membrana e da articulação distal. A dor à palpação da radioulnar distal é a pista que direciona para o componente distante da tríade; ainda exige investigação apropriada, não é prova isolada de toda a lesão.
Leia “Lesão de Essex-Lopresti”, na Biblioteca. Relacione cabeça do rádio, membrana interóssea e punho antes de encerrar o exame no cotovelo.
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