Na fratura do planalto tibial, a lesão de partes moles associada mais comum é a do
- menisco lateral.
- menisco medial.
- canto posterolateral.
- ligamento cruzado anterior.
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Conceito-chave
O menisco lateral é a associação mais frequente entre as opções, resposta A. A pergunta é sobre partes moles em geral, portanto não deve ser reduzida a “qual ligamento rompe mais”.
Na série de Gardner resumida no capítulo, 103 fraturas operadas tiveram RM: menisco lateral 91%, LCA 77%, canto posterolateral 68% e menisco medial 44%. Esses valores mostram que várias estruturas podem estar lesadas no mesmo joelho; não são categorias que se excluem e somam 100% (Rockwood, 10ª ed., cap. 62, “Lesões associadas”).
O impacto lateral com valgo e carga axial ajuda a explicar o predomínio. O menisco lateral cobre parte maior do seu planalto e pode ser comprimido ou encarcerado no traço. Alargamento e afundamento são pistas para procurar a lesão.
Detectar uma lesão não define sozinho que ela deva ser operada. A RM é sensível, mas o resumo ressalta incerteza sobre a história natural dos achados vistos apenas nesse exame. Na fixação, a artrotomia submeniscal permite avaliar o menisco lateral e reparar o que for indicado, sem tornar RM prévia obrigatória para toda fratura.
LCA e canto posterolateral são associações importantes, sobretudo na alta energia. A resposta pede frequência relativa na fonte consultada; não minimiza a gravidade das lesões que ficaram atrás no ranking nem universaliza os percentuais de uma amostra operada.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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