Na via de acesso posterior para tratamento da fratura do acetábulo, a tenotomia do piriforme e obturador interno deve ser a pelo menos
- 1,5 cm do grande trocanter para evitar lesionar ramos da artéria circunflexa medial.
- 0,5 cm do grande trocanter para evitar lesionar ramos da artéria circunflexa lateral.
- 1,5 cm do grande trocanter para evitar lesionar ramos da artéria circunflexa lateral.
- 0,5 cm do grande trocanter para evitar lesionar ramos da artéria circunflexa medial.
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Conceito-chave
Na via posterior do acetábulo, os tendões do piriforme e do obturador interno devem ser seccionados a pelo menos 1,5 cm do trocanter maior, protegendo ramos da circunflexa femoral medial. É a alternativa A.
A margem não serve apenas para deixar tecido para sutura. O ramo vascular passa perto dos rotadores curtos, e a circunflexa medial é central para a irrigação da cabeça femoral. Cortar rente ao fêmur ou dissecar desnecessariamente essa região pode ameaçar a vascularização (Rockwood, 10ª ed., cap. 51, “Kocher-Langenbeck”).
O resumo acrescenta dois cuidados: não dissecar abaixo do gêmeo inferior no fêmur e, se for necessário liberar o quadrado femoral para expor mais ísquio, fazê-lo do lado isquiático, não do femoral. A proteção depende do plano e do lado da liberação, além da distância da tenotomia.
Antes de seccionar, identifica-se o ciático sobre o quadrado femoral e segue-se seu trajeto. Proteger o nervo e preservar o pedículo da cabeça são objetivos diferentes da mesma exposição; uma distância correta não elimina a necessidade desses cuidados.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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