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Questão de Fratura do acetábulo (TARO 2023)

Trauma adultoFratura do acetábuloTARO 2023

Na via de acesso posterior para tratamento da fratura do acetábulo, a tenotomia do piriforme e obturador interno deve ser a pelo menos

  1. 1,5 cm do grande trocanter para evitar lesionar ramos da artéria circunflexa medial.
  2. 0,5 cm do grande trocanter para evitar lesionar ramos da artéria circunflexa lateral.
  3. 1,5 cm do grande trocanter para evitar lesionar ramos da artéria circunflexa lateral.
  4. 0,5 cm do grande trocanter para evitar lesionar ramos da artéria circunflexa medial.
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Gabarito: A · 1,5 cm do grande trocanter para evitar lesionar ramos da artéria circunflexa medial.

Conceito-chave

Na via posterior do acetábulo, os tendões do piriforme e do obturador interno devem ser seccionados a pelo menos 1,5 cm do trocanter maior, protegendo ramos da circunflexa femoral medial. É a alternativa A.

A margem não serve apenas para deixar tecido para sutura. O ramo vascular passa perto dos rotadores curtos, e a circunflexa medial é central para a irrigação da cabeça femoral. Cortar rente ao fêmur ou dissecar desnecessariamente essa região pode ameaçar a vascularização (Rockwood, 10ª ed., cap. 51, “Kocher-Langenbeck”).

O resumo acrescenta dois cuidados: não dissecar abaixo do gêmeo inferior no fêmur e, se for necessário liberar o quadrado femoral para expor mais ísquio, fazê-lo do lado isquiático, não do femoral. A proteção depende do plano e do lado da liberação, além da distância da tenotomia.

Antes de seccionar, identifica-se o ciático sobre o quadrado femoral e segue-se seu trajeto. Proteger o nervo e preservar o pedículo da cabeça são objetivos diferentes da mesma exposição; uma distância correta não elimina a necessidade desses cuidados.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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