Sobre as fraturas toracolombares, assinale a correta:
- Na presença de déficit, a maioria é do tipo completo
- Pico trimodal
- 20% lesões não vertebrais associadas
- De T1 a L5, o ângulo transverso dos pedículos aumenta linearmente
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Conceito-chave
Alguns dados epidemiológicos das fraturas toracolombares caem na prova:
o pico de idade é bimodal: adultos jovens (trauma de alta energia) e idosos (fraturas por fragilidade); não trimodal;
as lesões não vertebrais associadas são muito frequentes, em cerca de metade dos casos (tórax, abdome, ossos longos), e não 20%;
a lesão neurológica: quando há déficit na transição toracolombar e na coluna torácica, a maioria é completa. O canal torácico é estreito e a medula tem pouca reserva de espaço; a energia necessária para quebrar essa coluna rígida (protegida pelas costelas) é alta;
o ângulo transverso dos pedículos: não aumenta de forma linear de T1 a L5. Ele é maior em T1, diminui ao longo da coluna torácica e volta a aumentar na lombar, sobretudo em L5.
A consequência prática: em toda fratura toracolombar, procurar ativamente as lesões associadas e documentar o exame neurológico completo (ASIA).
Na prova: na presença de déficit, a maioria das fraturas toracolombares tem lesão completa.
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