Em uma fratura subtrocanteriana em que o trocânter menor está no fragmento proximal, o desvio é em flexão,
- adução e rotação externa
- abdução e rotação externa
- adução e rotação interna
- abdução e rotação interna
Ver gabarito e conceito-chave
Conceito-chave
Na fratura subtrocantérica com o trocânter menor preso ao fragmento proximal, todos os músculos que se inserem nesse fragmento puxam sem oposição:
iliopsoas, no trocânter menor: flexão;
glúteos médio e mínimo, no trocânter maior: abdução;
rotadores externos curtos: rotação externa.
O resultado: o fragmento proximal fica em flexão, abdução e rotação externa. O fragmento distal é puxado pelos adutores (adução) e encurta.
Quando o trocânter menor está no fragmento distal: o iliopsoas deixa de agir no proximal, e a flexão do fragmento proximal diminui.
A redução: levar o distal até o proximal: tração com o membro em flexão e abdução, ou redução aberta com pinças e pinos de Schanz, antes de passar a haste. Ponto de entrada medial ao ápice do trocânter, para evitar o varo.
Na prova: com o trocânter menor no fragmento proximal, o desvio é em flexão, abdução e rotação externa.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
Ver o comentário completo