No tratamento da fratura da extremidade distal do fêmur, a placa bloqueada lateral deve ser colocada em rotação
- interna de 10 graus.
- interna de 30 graus.
- externa de 10 graus.
- externa de 30 graus.
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Conceito-chave
A placa bloqueada lateral do fêmur distal (pré-moldada) precisa ficar bem posicionada na face lateral do côndilo, ou empurra o fragmento distal para uma posição errada.
A anatomia: o fêmur distal visto de baixo tem forma de trapézio: a face lateral do côndilo não é vertical, mas inclinada cerca de 10° (e a medial, cerca de 25°).
A consequência: a placa precisa ficar em rotação interna de cerca de 10° em relação à vertical, acompanhando a inclinação da face lateral. Se for colocada reta, os parafusos distais podem sair pela face medial (irritando partes moles) ou levar o fragmento distal a uma rotação errada.
O cuidado com o comprimento dos parafusos: pela forma de trapézio, um parafuso que parece curto na radiografia em AP pode estar saindo pela cortical medial. Medir com cuidado e usar a incidência com o joelho rodado.
Os outros cuidados: a placa deve ficar paralela à diáfise no perfil (nem anterior nem posterior demais), e o alinhamento em varo e valgo, a rotação e o comprimento devem ser conferidos antes de travar.
Na prova: a placa bloqueada lateral do fêmur distal deve ficar em rotação interna de 10°.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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