Na fratura do sacro localizada na zona 2 de DENIS, a fixação com parafuso percutâneo iliossacral no corpo de S1 está associada a risco de lesão da raiz
- L4.
- L5.
- S1.
- S2.
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Conceito-chave
O parafuso iliossacral pode lesar a raiz de L5, alternativa B, se sair pela face anterior ou anterossuperior da asa sacral. A raiz repousa sobre essa superfície, perto do corredor de fixação.
O implante precisa atravessar um caminho ósseo entre limites neurais e vasculares. Na outlet, conferem-se forames e placa terminal; na inlet, a cortical anterior; no perfil, a densidade cortical do ilíaco e o túnel de S1 delimitam o corredor. A instrumentação deve permanecer atrás da densidade cortical associada à asa e à frente do túnel da raiz de S1 (Rockwood, 10ª ed., cap. 50, “O parafuso iliossacral”).
Zona II não transforma S1 automaticamente na resposta. A fratura transforaminal pode ameaçar raízes sacrais, mas a pergunta trata do risco técnico do parafuso no corpo de S1 e da raiz situada sobre a asa. São mecanismos de lesão relacionados, mas diferentes.
A redução deve preceder a passagem definitiva. Sacro mal reduzido altera o corredor; cominuição foraminal também exige cautela com compressão excessiva e fragmentos que ameacem as raízes. Uma única projeção aparentemente boa não garante segurança em três dimensões.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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