Na tríade terrível do cotovelo, a lesão do ligamento colateral lateral mais frequente é a
- avulsão na sua origem.
- avulsão na sua inserção.
- ruptura parcial intrassubstancial.
- ruptura transfixante intrassubstancial.
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Conceito-chave
Na tríade terrível, o lateral costuma ser arrancado de sua origem umeral. A combinação de luxação com fraturas da cabeça radial e do coronoide representa falha de contenções ósseas e ligamentares. O resumo descreve o colateral lateral como quase sempre avulsionado no epicôndilo lateral.
É importante separar os termos. Origem é o ponto umeral destacado na pergunta; inserção, neste contraste, é a ligação distal, com o componente ulnar lateral chegando à crista do supinador. Já lesão intrassubstancial é a ruptura dentro do próprio ligamento, sem que o evento principal seja arrancá-lo de uma extremidade.
O padrão mais frequente explica o reparo: a contenção é recolocada anatomicamente no centro isométrico do capítulo com túneis ou âncoras. A técnica descrita tensiona em pronação e flexão a 90 graus, e depois testa a estabilidade. O medial só é abordado se ainda houver instabilidade relevante.
“Mais frequente” não torna impossíveis as outras formas de ruptura. O exame cirúrgico precisa identificar o padrão real e a qualidade do tecido. A questão procura o tipo predominante dentro da tríade, não uma lei de que todo ligamento lateral se rompe da mesma maneira em qualquer trauma.
Na Biblioteca, leia o item “colateral lateral” em “A ordem da cirurgia”. Relacione o local de avulsão ao ponto de reinserção e compare com a anatomia do complexo lateral para não confundir origem, inserção e corpo do ligamento.
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