Das lesões abaixo, a menos associada a síndrome de compartimento é a fratura do(a)
- rádio distal
- ossos do pé
- diáfise do fêmur
- diáfise do úmero
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Conceito-chave
Entre as opções, a diáfise do úmero é a associação menos frequente na tabela apresentada pelo resumo. Ela participa de cerca de 0,6% dos casos de síndrome, em comparação com rádio distal 9,8%, fraturas do pé 1,8% e diáfise femoral 3%. Esses valores descrevem a distribuição das lesões entre os casos, não a chance de cada fratura individual desenvolver a complicação.
Esse denominador muda a interpretação. Um tipo de fratura muito comum pode responder por uma parcela relevante dos casos e ainda ter incidência individual baixa. O capítulo exemplifica isso com o rádio distal, em que somente cerca de 0,25% das fraturas cursam com síndrome.
Associação menos frequente não significa risco zero. O braço tem compartimentos anterior e posterior, com sinais próprios, e pode exigir descompressão conforme o quadro. A tabela orienta suspeita e comparação epidemiológica; ela não substitui o exame de uma extremidade dolorosa ou tensa.
Na Biblioteca, leia a tabela de lesões em “Quem tem síndrome compartimental”. Pergunte sempre se o número descreve casos de síndrome ou pacientes com aquela fratura, evitando usar uma frequência para responder à outra.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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