Na classificação AO 42 – B2.1, há fratura em
- cunha da tíbia com fíbula intacta
- espiral da tíbia com fíbula intacta
- cunha da tíbia e fratura da fíbula em níveis diferentes
- cunha cominuída da tíbia e fratura da fíbula no mesmo nível
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Conceito-chave
A leitura de 42B2.1 leva a uma fratura em cunha da tíbia com fíbula intacta, alternativa A. O ponto decisivo é não tratar o sufixo .1 como se ele descrevesse o formato da cunha.
No sistema apresentado, 42 localiza a diáfise tibial e B indica uma cunha. B1 é cunha espiral intacta, B2 é cunha de flexão intacta e B3 é cunha fragmentada. Depois vem o sufixo relacionado à fíbula: .1 íntegra, .2 fraturada em outro nível e .3 no mesmo nível (Rockwood, 10ª ed., cap. 63, “AO/OTA 42”).
São duas perguntas dentro de um código. Primeiro, como a tíbia quebrou? Aqui existe cunha, não uma simples linha espiral. Depois, o que aconteceu com a fíbula? Ela permaneceu inteira. Misturar essas etapas faz parecer que qualquer combinação de “cunha” e “fíbula” serve, quando cada termo ocupa uma posição definida.
Essa organização também ajuda a entender a estabilidade: o resumo destaca menor estabilidade intrínseca quando tíbia e fíbula fraturam no mesmo nível. Ainda assim, a classificação das partes moles precisa acompanhar a óssea; saber B2.1 não permite ignorar exposição, cobertura ou perfusão.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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