O mecanismo de trauma associado às fraturas do colo do tálus é
- flexão dorsal
- flexão plantar
- compressão vertical
- compressão longitudinal
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Conceito-chave
A dorsiflexão, alternativa A, é o componente clássico lembrado na fratura do colo do tálus. Mas a mecânica completa inclui carga axial: a tíbia distal impacta o colo enquanto o pé está apoiado e fletido dorsalmente. O resumo relata que a hiperdorsiflexão isolada não reproduziu a fratura no experimento em cadáver.
Imagine a carga aplicada no pé à frente do tálus, como no pé apoiado no pedal do freio. O colo encontra a borda anterior da tíbia; aumentando a energia, cresce a cominuição. Essa explicação une posição e carga em vez de tratá-las como mecanismos mutuamente exclusivos (Rockwood, 10ª ed., cap. 66, “Como cada parte quebra”).
Isso cria uma limitação nas alternativas. A é a resposta oficial, porém “compressão vertical” e “compressão longitudinal” podem ser interpretadas como descrições da componente axial que também participa. O resumo não fornece uma definição operacional dessas duas expressões para declará-las falsas em qualquer circunstância. Elas não especificam, sozinhas, a posição que caracteriza o mecanismo.
A direção do desvio e a redução também importam: o colo pode ficar em dorsiflexão e varo, e a cominuição medial exige recuperar comprimento sem comprimir o defeito. Reconhecer o mecanismo orienta a busca da deformidade; não determina sozinho o grau de Hawkins.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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