Radiologia do pé e tornozelo As radiografias para avaliação da instabilidade articular nas fraturas do tornozelo, podem ser realizadas com a articulação em
- neutro e rotação interna do antepé
- neutro e rotação externa do antepé
- flexão plantar e rotação interna do antepé
- flexão plantar e rotação externa do antepé
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Conceito-chave
A radiografia sob estresse em rotação externa deve manter o tornozelo em neutro, com rotação externa do antepé, alternativa B. A posição evita criar um alargamento medial apenas pela geometria do tálus.
A cúpula talar é mais larga anteriormente e mais estreita atrás. Em flexão plantar, a parte estreita ocupa o encaixe e há maior folga; por isso o estresse nessa posição pode exagerar um espaço medial e simular instabilidade. No protocolo manual descrito, o membro fica em mortalha e o antepé recebe rotação externa progressiva, mantendo o tornozelo neutro (Rockwood, 10ª ed., cap. 65, “Os testes”).
Uma técnica correta ainda não torna o teste absoluto. O resumo apresenta limites empíricos de espaço claro e muitos resultados positivos em tornozelos que evoluíram bem sem cirurgia. Os autores usam também avaliação funcional com carga e radiografia de controle, distinguindo incongruência persistente de um teste estático isolado.
A primeira radiografia aparentemente normal não exclui falha medial oculta, mas edema e dor medial também não resolvem o diagnóstico sozinhos. É preciso combinar anatomia, posição do exame e comportamento do encaixe, em vez de transformar qualquer milímetro de abertura em indicação automática de fixação.
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