Na espondilolistese traumática do axis, o(a)
- tipo I tem lesão ligamentar e é tratada no colar macio
- tipo II deve ser reduzido com extensão e compressão axial
- tração e flexão devem ser evitadas para redução no tipo IIA
- redução fechada e colar rígido é a melhor opção para o tipo III
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Conceito-chave
Duas fraturas da pars de C2 podem usar halo e ainda exigir manobras de redução opostas. No tipo IIa do enforcado, a angulação é importante e a translação pequena: tração e flexão devem ser evitadas. A redução descrita é por extensão e compressão.
No tipo II, há angulação e translação com lesão importante do disco C2–C3; a fonte descreve redução com tração e manutenção no halo. No IIa, a tração pode acentuar a deformidade. Entender o deslocamento importa mais que decorar “halo para enforcado” (Rockwood, 10ª ed., cap. 48, “Levine e Edwards” e “O tratamento por tipo”).
O tipo I tem desvio mínimo, sem angulação ou translação importante e sem lesão discal relevante, e os autores usam colar rígido. No III, a luxação das facetas C2–C3 leva à redução aberta e artrodese. O nome da fratura não torna todas essas situações equivalentes.
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