Em relação a fratura-luxação cervical baixa,
- a fratura do pedículo isolada mantém estabilidade rotacional
- no acesso cervical anterior a principal complicação é a disfonia
- o colar Philadelphia por conter partes rígidas em plástico aumenta estabilidade
- o estágio II do padrão distração-flexão (ALLEN) apresenta luxação da faceta unilateral
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Conceito-chave
Esta questão mistura classificação, estabilidade, via de acesso e órtese, e só uma afirmação resiste. Vale percorrer cada tema pelo que o Rockwood and Green (10ª ed., cap. 48) ensina.
ALLEN e FERGUSON: a distração em flexão. A classificação agrupa as lesões subaxiais pelo mecanismo, em estágios que se somam. Na distração-flexão: estágio 1, subluxação facetária com afastamento dos espinhosos; estágio 2, luxação facetária unilateral; estágio 3, luxação bilateral com translação de cerca de 50%; estágio 4, translação de 100%, a vértebra flutuante.
O pedículo. A fratura isolada e unilateral do pedículo sugere instabilidade rotacional. Com pedículo e lâmina fraturados juntos, a faceta fica isolada, a massa lateral flutuante, potencialmente instável.
A via anterior. A complicação mais comum é a disfagia, em até 50%, quase sempre subclínica. A lesão do laríngeo recorrente, com disfonia ou paralisia de corda vocal, vai de 2% a 30%, conforme a definição.
O colar Philadelphia. É todo de espuma, mais fácil de higienizar. Os colares restringem por três pontos e diminuem, mas não eliminam o movimento.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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