Nas fraturas do anel pélvico, a lesão associada mais comum localiza-se no(a)
- tórax
- fêmur
- bexiga
- coluna lombar
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Conceito-chave
Ao encontrar uma fratura do anel pélvico, não concentre toda a avaliação na bacia: a lesão associada mais comum na série resumida é torácica, alternativa A, presente em cerca de 63%.
O trauma que rompe o anel pode atingir simultaneamente tórax, cabeça, abdome e membros. O resumo informa lesões de ossos longos em 50%, cabeça e órgãos sólidos em 40% e coluna em 25%. Esses grupos podem se sobrepor; não são parcelas que devam somar 100% (Rockwood, 10ª ed., cap. 50, “O que vem junto”).
A pelve pode sangrar e ainda assim não ser a única ameaça. A maioria das mortes discutidas no capítulo é atribuída a lesões cranianas, torácicas ou abdominais, e a hipotensão exige procura sistemática das fontes. Reconhecer uma fratura grave não deve encerrar o atendimento do politraumatizado.
Bexiga e uretra são associações características da lesão anterior pela proximidade da sínfise, mas seu destaque anatômico não as torna as mais frequentes. A pergunta exige comparar frequência, não escolher a estrutura mais vizinha.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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